Espetáculo de Dança em Crato e Juazeiro

11 09 2008

    

     Nesta sexta, dia 12 e sábado, dia 13 de setembro, será apresentado no SESC Crato e SESC Juazeiro, respectivamente, o espetáculo de dança “Vozes Nagô”.

     Com coreografia e direção artística de Valéria Pinheiro, o espetáculo “Vozes Nagô”, da Academia de Artes Vânia Dutra, resgata a história da cultura afro-brasileira e do negro horizontino por meio da música e da dança contemporâneas. O espetáculo foi concebido com movimentos fortes e expressivos da dança contemporânea e da capoeira, juntamente com a riqueza musical do batuque e do sapateado.

     Nesse cenário de valorização das raízes culturais afro-brasileiras, o musical é composto por danças e ritos dos Orixás, pela capoeira, pelas brincadeiras infantis africanas e pelos costumes dos moradores da comunidade de Alto Alegre, localizada na cidade de Horizonte (Ceará), e hoje considerada remanescente dos Quilombos pela Fundação Palmares.

     O espetáculo envolve oito alunos da Academia de Artes Vânia Dutra, com idade entre 15 e 22 anos e conta com a participação dos jovens do Grupo de Capoeira do Alto Alegre. A trilha sonora, composta por oito músicas, é assinada por Valéria Pinheiro e Companhia de Brincantes Valéria Pinheiro (Cia. Vatá), Grupo A 4 Vozes e Rita Ribeiro.

     As apresentações deverão ter início às 20h, com entrada franca para o público.

Espetáculo de dança Vozes Nagô (Academia de Artes Vânia Dutra). Entrada Franca

Sexta-feira, dia 12 de agosto/2008, no Teatro SESC Crato.

Sábado, dia 13 de agosto/2008, no Teatro SESC Patativa do Assaré – SESC Juazeiro.

Fonte: Divulgação do SESC





Crônicas da Morte

11 09 2008

  11 de setembro

Fonte: Diário do Nordeste





Controvérsia? Que controvérsia?

11 09 2008

Relembrando o maior desastre da história recente dos Estados Unidos, o 11 de setembro figura no calendário internacional como o dia em que as torres do World Trade Center pereceram ante o suposto ataque movido por membros da Al Qaeda, que justificaria, posteriormente, a política do medo empreendida pela mídia estadunidense, a guerra do Iraque, o alistamento sem escrúpulos de cidadãos afro-americanos nas forças armadas, as ocultas sobre o envolvimento da família do presidente com os próprios terroristas e o desastre que vitimou centenas de vidas.

Sobre tudo isso, e muito mais, a dica de filme do Joaseiro.com deste 11 de setembro foi vencedor da Palma de Ouro por Melhor Filme em 2004:

Título Original: Fahrenheit 9/11
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 116 minutos
Ano de Lançamento (EUA):
2004
Site Oficial: www.fahrenheit911.com
Estúdio: Miramax Films / Lions Gate Films Inc. / Fellowship Adventure Group / Dog Eat Dog Films
Distribuição: Lions Gate Films Inc. / IFC Films / Europa Filmes
Direção: Michael Moore
Roteiro: Michael Moore
Produção: Jim Czarnecki, Kathleen Glynn e Michael Moore
Música: Jeff Gibbs e Bob Golden
Fotografia: Mike Desjarlais
Edição: Kurt Engfehr, Todd Woody Richman e Chris Seward

Boa sessão.

Joaseiro.com





Em busca do tempo perdido

11 09 2008

O Analfabeto Político

Bertold Brecht

O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

Fonte: Consciencia.net





Conceituo o que não sinto

11 09 2008

Por Franzé Matos

Conceituo o que não sinto,
Conceituo tudo que vejo,
Conceituo o amor, o ódio e o desrespeito,
Mas meus conceitos tornam-se preconceitos,
Se não reflito o que me levou a tal conceito,

Se a algo determino como certo,
Nego toda ordem de realidades em aberto,
E negar a contingência quem em tudo está presente,
É vedar-se com névoa inebriante,
E vagar errante em busca de louco ideal,

Desde a infância,
As famílias que nos alimentam,
Em todos nós fomentam,
Nossas primeiras concepções do real,
E se não pararmos para pensar que pensamos sobre égides pré-existentes,
E nunca confrontar nossas contradições iminentes,
É perambular em territórios de certezas aparentes,
E se perder em nosso orgulho existente,
E viver uma vida maquínica tão normal,

Confrontar a oposição e se render,
Tantas vezes, a nossa negação,
É dever do homem e combustível de sua sede devastadoracriadora.

Joaseiro.com