Ri-di-chulus XXXV

24 03 2009

Ri-di-chulus XXXV ‘A’: O ex-prefeito Carlos Cruz reconstruiu a estátua de seu pai, José Geraldo da Cruz, na praça de mesmo nome, que popularmente é chamada de Praça das Cacimbas. Até aí, nada de mais, não fosse ele ter feito a base da estátua na forma de duas letras C, iniciais do seu próprio nome. Carlos Cruz era justamente chamado de CC por seus correligionários. Essa não é a única: em frente à capela do bairro Pio XII, a estátua também foi construída em uma base em forma de e a fonte em forma de globo na Praça da Prefeitura, à época, também foi contornada por uma grande letra C. Vale lembrar que o slogan das  duas administrações de CC foram Compromisso Comunitário (1989-1992) e Comunidade Consciente (2001-2004). Personalista, não?

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Ridichulus XXXV ‘B’: Agora percebam no detalhe o que o vandalismo fez com a estátua. Ela está assim sem braços há várias semanas.

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Só relembrando um pouco de história do ‘Joaseiro’: José Geraldo da Cruz era farmacêutico, dono da Farmácia dos Pobres (que até hoje existe na Praça Padre Cícero) e inventor do até hoje famoso Bálsamo da Vida, espécie de panacéia para todos os males do corpo. Ele foi Prefeito de Juazeiro em 5 oportunidades (é o recordista nesses quase 100 anos da cidade), embora somente uma vez tenha sido eleito democraticamente. A praça que hoje leva seu nome, próximo à Igreja dos Franciscanos, até hoje é conhecida como ‘Praça das Cacimbas” porque ela albergava mesmo várias cacimbas que serviam à população de Juazeiro, na época em que ainda não tínhamos água encanada.

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P.S.: Ao longo da semana temos outras reportagens fotográficas a respeito da situação da Avenida Carlos Cruz. Acompanhem e comentem! Grande abraço a todos.

Equipe Joaseiro.com


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6 respostas

24 03 2009
Beto Fernandes

Prezados amigos!!

Tomo a liberdade de adiantar outros problemas ao longo da Av. Carlos Cruz.
01) A Passagem da via férrea na confluência com a Rua São Bento é ideal para pratica de motocross. Motoristas e motoqueirosa fazem verdadeiro malabarismo para não cair nas crateras existentes.
02) São dezoito lâmpadas queimadas ou com problemas na instalação elétrica na Praça José Geraldo, a partir da conhecida Passarela. Coopistas reclamam diariamente a Secretaria de Infraestrutura do Município que faz de contas que não sabe do problema enquanto nós, continuintes pagamos uma taxa de iluminação pública exorbitante.
03) Lixo em diversos setores as margens da linha férrea, sendo um péssimo cartão de visita para quem chegar ou sair da cidade futuramente no “Trem do Cariri”,tamabém apelidado de “Trem Tartaruga” ou “Trem Barrichelo” q

Atentem para a estátua do José Geraldo (Praça das Caçimbas) que está com ambos os braços “arrancados”.

24 03 2009
Beto Fernandes

Prezados amigos!!

Tomo a liberdade de adiantar outros problemas ao longo da Av. Carlos Cruz e em especial na Praça José Geraldo da Cruz.

01) A Passagem da via férrea na confluência com a Rua São Bento é ideal para pratica de motocross. Motoristas e motoqueirosa fazem verdadeiro malabarismo para não cair nas crateras existentes.
02) São dezoito lâmpadas queimadas ou com problemas na instalação elétrica na Praça José Geraldo, a partir da conhecida Passarela. Coopistas reclamam diariamente a Secretaria de Infraestrutura do Município que faz de contas que não sabe do problema enquanto nós, continuintes pagamos uma taxa de iluminação pública exorbitante.
03) Lixo em diversos setores as margens da linha férrea, sendo um péssimo cartão de visita para quem chegar ou sair da cidade futuramente no “Trem do Cariri”,tamabém apelidado de “Trem Tartaruga” ou “Trem Barrichelo” que faz apenas testes.
04) Falta uma melhor sinalização na confluência das ruas São Domingos com Carlos Cruz. Esta segunda é mão dupla até o SAME (antigo SAMDU) e a maioria dos motoristas desconhece podendo haver acidentes a qualper momento.
05) Ainda na Praça da Caçimbas há uma necessidade de ter a guarda municipal para coibir menores andando de bicicletas. Coopistas correm o risco de ser atropelados enquanto fazem atividades físicas.
06) Tem sido comum encontrar menores cheirando cola nas proximidades da passarela (Onde está mesmo o Conselho Tutelar de nossa cidade?) todos vêm menos os conselheiros. Pior que os jovens fazendo isso éa falta de providências
07) Atentem para a estátua do José Geraldo (Praça das Caçimbas) que está com ambos os braços “arrancados”.
08) Coopistas estão preferindo exercitar-se apenas de umlado da Praça José Geraldo da Cruz. A outra está tomada de cadeiras e mesas de conhecida churrascaria. A poluição sonora também impera no local.

Se alguem lembrar pode acrescentar a esta pequena lista de problemas.

24 03 2009
Felipe

Lamentavel ver que “povim” de baixo nível esse de Juazeiro….por mais que queiramos nunca vamos resolver esse problema pois falta muita educação respeito e zelo por uma cidade considerada por muitos uma capital da fé! rsrsrs que fé que nada o povo daqui so quer saber de desordem pena que os maiores contribuidores dessa cidade são os maiores prejudicados enquanto que a mundiça esta zombando da cara de todo mundo!!!aff ate quando vamos ter que atulerar esses tipo de coisa???do lugar de estarem se preocupando com a manutenção da cidade estão se preocupando com as inicias de Carlos Cruz “CC” que por sinal foi o melhor prefeito desse ultimos tempos!vamos denunciar a corrupção o vandalismo e afalta de vergonha encontrada por aqui!

25 03 2009
zevaldo

Acho que a origem do nome Praca das Cacinbas e’ outra. Se nao me engano, na gestao do prefeito Orlando Bezerra ou na anterior ( primeira gestao de Mauro Sampaio ) essa praca foi dotada de canteiros redondos e elevados que lembravam as velhas cacimbas, dai’ o nome.

25 03 2009
Daniel

É “C” de Cacimba! e cadÊ os braços do homem?

5 01 2010
KAREN MELO

DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA…

“As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
têm direito inalienável à Verdade, Memória,
História e Justiça!” Otoniel Ajala Dourado

O MASSACRE APAGADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA

No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi o MASSACRE praticado por forças do Exército e da Polícia Militar do Ceará no ano de 1937, contra a comunidade de camponeses católicos do Sítio da Santa Cruz do Deserto ou Sítio Caldeirão, que tinha como líder religioso o beato “JOSÉ LOURENÇO”, paraibano de Pilões de Dentro, seguidor do padre Cícero Romão Batista, encarados como “socialistas perigosos”.

O CRIME DE LESA HUMANIDADE

O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como se fossem juízes e algozes.

A AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA SOS DIREITOS HUMANOS

Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará foi de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO / CRIME CONTRA A HUMANIDADE é considerado IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira bem como pelos Acordos e Convenções internacionais, e por isso a SOS – DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza – Ceará, ajuizou no ano de 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo que: a) seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) sejam os restos mortais exumados e identificados através de DNA e enterrados com dignidade, c) os documentos do massacre sejam liberados para o público e o crime seja incluído nos livros de história, d) os descendentes das vítimas e sobreviventes sejam indenizados no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos

A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO

A Ação Civil Pública inicialmente foi distribuída para o MM. Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, redistribuída para a 16ª Vara Federal na cidade de Juazeiro do Norte/CE, e lá chegando, foi extinta sem julgamento do mérito em 16.09.2009.

AS RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5

A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife, com os seguintes argumentos: a) não há prescrição porque o massacre do Sítio Caldeirão, é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos das vítimas do Sítio Caldeirão não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do Czar Romanov, que foi morta no ano de 1918 e encontrada nos anos de 1991 e 2007;

A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA

A SOS DIREITOS HUMANOS, a exemplo dos familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo desaparecimento forçado de 1000 pessoas do Sítio Caldeirão.

QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA

A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem encontrar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes procurados na Chapada do Araripe mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?

COMISSÃO DA VERDADE ATRAVÉS DO PROJETO CORRENTE DO BEM

A SOS DIREITOS HUMANOS solicita apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, também que o internauta divulgue esta notícia em seu blog, e o envie para seu representante na Câmara municipal, Assembléia Legislativa, Câmara e Senado Federal, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal que informe a localização da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão.

Paz e Solidariedade,

Dr. OTONIEL AJALA DOURADO
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
Presidente da SOS – DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
http://www.sosdireitoshumanos.org.br
sosdireitoshumanos@ig.com.br

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