Problemas na Avenida Carlos Cruz

7 04 2009

Parte IV – As poluições

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Movimentação intensa de veículos

     Já havíamos abordado anteriormente a falta de lixeiras no calçadão, os entulhos jogados no caminho, as pixações, os buracos, todos eles elementos que também podemos enquadrar como poluição ambiental, visual, etc. Desta feita, chamamos atenção para algumas características próprias da Avenida que não casam com a idéia de um lugar calmo, tranquilo e agradável para fazer caminhadas. É fato que ela (principalmente no seu lado que segue ao encontro da Avenida Ailton Gomes) é bastante movimentada, apresentando grande fluxo de veículos durante todo o dia, que acabam gerando grande barulho e emissão de gases poluentes. Esse talvez seja o problema mais complicado de resolver pois, como dissemos, é característica inerente àquela rua, porém ele acaba prejudicando quem ali quer praticar esportes.

     Se é difícil mexer com o problema do trânsito, tudo bem, mas o que dizer das fotos abaixo?

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Esgoto de forte odor jogado na linha férrea

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Lixo (até roupas jogadas), esgoto e pixação em outro trecho. Qual a graça de caminhar em um lugar assim?

     Outro problema bastante frequente, que atrapalha principalmente os coopistas noturnos, é a poluição sonora. Próximo à passarela, no lado menos movimentado da Avenida, alguns bares se utilizam indevidamente do calçadão para colocar mesas e cadeira para os clientes beberem e comer (e consequentemente sujarem também). Geralmente também há músicas de alto volume tocando por lá, principalmente nos fins de semana.

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Alguém pintou o letreiro acima, mas não surtiu muito efeito

Repetimos  a pergunta: como caminhar num lugar assim?

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