Por Franzé Matos
Trazendo o conhecimento do manifesto
Para o eterno postular de forças em relação
Que produzem o movimento
Em todo momento que pudermos questionar
Aquilo que vemos como unidade
E transformá-la em múltiplos espelhos da realidade
Criando multiplicidades tamanhas
Que fazem chocar minha própria razão
Criando em mim uma negação
Fomentando a contradição do ingênuo flertar
Elevando minha relação sujeito-objeto
Para outro paradigma e começo a compreender
O caminho que devo seguir para que algo de eterno original eu possa contemplar
E praticar na vida sensitiva os frutos desse pensar
Pois refletir sem praticar os conceitos que lhe assolam
É se prender entre medos dos pesadelos vazios
Num torpe medo das reações
Das mesmas sensações que todos os homens também sentem
Que por não refletirem sobre realidades postas
Permanecem expostas sob pano negro invisível
Que esconde sua real vocação
Ser manifestação de mútiplos
Tornando indivisível toda a realidade
E escondendo a verdade
Para uma vida de mentiras sonhar.
Joaseiro.com
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